quinta-feira, 11 de março de 2010

O veado florido por Simone e Daniela


Era uma vez um homem muito rico que fazia colecção de animais fora do vulgar. Um dia, ele mandou um empregado seu à procura de mais animais raros.
Passou por uma floresta muito calma.
O empregado do senhor muito rico encontrou um vedo florido (com flores nas hastes) achou-o muito fora do vulgar.
Chamou-o. O veado florido pensou que lhe ia fazer festas mas na verdade não, prendeu-o e pôs-lhe uma rede para o levar para o palácio.
Levou-o para o seu patrão.
O senhor rico disse ao empregado:
- Espero que seja o animal mais fora do normal que já tivemos!
- Não se preocupe! É o animal mais raro que já tivemos! Um veado florido!
- Vai prendê-lo naquela jaula! - disse o senhor rico.
O veado florido começou a ficar sem flores e muito triste.
Todos os animais ficaram tristes por estarem presos.
O senhor rico mandou o seu empregado soltar o veado florido, porque o animal não tinha as flores e estava a morrer.
Quando o empregado soltou o veado florido, ele ficou outra vez com flores e muito feliz.

O veado florido por Rodrigo e Bernardo


A história que vamos contar passou-se numa terra muito antiga. Lá havia um homem muito rico. Os seus visitantes e amigos ficavam espantados com as jaulas doiradas que o homem tinha, e os animais estranhos no interior dessas jaulas como: crocodilos voadores, borboletas gigantes, leões emplumados, girafas listadas, serpentes luminosas … eram tão estranhos que nem os conseguimos explicar!
Ele espalhava criados pelos quatro cantos do mundo com uma tarefa: apanhar animais muito esquisitos. Até que um criado encontrou numa floresta silenciosa um veado com flores brancas e folhas nas hastes. O criado foi muito querido para o veado e o veado saltou para o colo do criado. O veado florido, quando estava no colo do criado, ficou sem flores e o criado pensou:
-É Outono… é normal!
Quando o criado chegou á casa do seu amo, este não lhe deu nenhuma recompensa. O veado foi encaminhado para a jaula e posteriormente o dono expulsou-o. Quando o criado olhou para o veado, ele já estava florido outra vez, o criado foi chamar o amo e quando o amo olhou para o veado, o veado já tinha desaparecido.

O veado florido - resumo de Bruno Paulo e João Afonso


Havia um senhor muito rico que coleccionava animais raríssimos e punha-os em jaulas de ouro. Os seus amigos e os seus visitantes ficavam de boca aberta sem falar, por verem aqueles animais raríssimos. O senhor espalhava por todos os cantos do mundo criados que eram encarregados de descobrir novos animais esquisitos. Um criado que estava a fazer uma caçada encontrou um veado fora do comum. O veado tinha nas hastes flores brancas e folhas. O homem queria-o levar para o palácio do senhor. O veado pareceu-lhe ouvir uma voz:
-Vem admirar-me.
O veado foi e o escravo fez-lhe festas. Depois amarrou-o numa rede. Levou-o e viu que o veado ficara triste, e à sua volta também as árvores ficaram sem folhas, e as hastes do veado também não tinham flores. E o escravo disse:
-Deve ser do Outono, por isso é que as folhas estão a cair.
O escravo continuou a andar até ao palácio. Chegou e disse:
-Trago um animal raro.
-Isso é um animal raríssimo? Perguntou o senhor.
-Quando chegar a Primavera verá que é.
A Primavera chegou, e o veado continuava sem flores. Os criados tinham chegado da sua viagem. Já não havia mais animais raríssimos e o senhor desistiu de coleccionar animais raríssimos e o senhor disse ao escravo:
-Solta esse veado ignorante!
-Sim meu senhor.
O escravo soltou o veado da jaula de ouro. O veado foi a correr até à floresta e as flores começaram a crescer nas hastes e o escravo disse:
-Meu senhor venha ver o animal raríssimo!
O senhor quando chegou lá, já o veado tinha fugido.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O veado florido - resumo de Inês Paulo e Mariana Rodrigues


Era uma vez um senhor muito rico. Esse senhor fazia colecção de animais raros.
Tinha uma jaula dourada para cada animal raro.
Um dia o senhor muito rico mandou um criado ir procurar um animal raro. O criado, foi à procura e ouviu um barulho e espreitou, viu um veado diferente. Porque nas hastes tinha flores.
Então o criado levou-o para o palácio do senhor muito rico.
Quando lá chegou foi ter com o senhor e mostrou-lhe o que trazia.
O senhor muito rico não ligou, virou costas e disse:
- Para que raio quero este veado, igual a tantos outros?
- Mas…mas… ainda não viu bem as hastes.
- Sim, sim mas agora não tenho tempo para esses disparates, guarda-o numa jaula qualquer para que um dia as flores das hastes do Veado voltem a crescer, como tu o dizes e eu possa admirar esse grandioso espectáculo.
Mas elas nunca mais voltaram a crescer. Todos os outros animais começaram a ficar muito tristes, a não comer e por fim a morrerem. O veado apesar de não comer e andar muito triste com saudades da sua floresta lá se ia aguentando, sonhando apenas com a sua liberdade.
Então o senhor muito rico mandou tirar os animais das jaulas e metê-los no seu habitat natural.
O criado que tinha caçado o veado foi o mesmo que o foi libertar.
O veado olhou para todos os lados, correu pelos campos fora e ao chegar a uma clareira da floresta as hastes voltaram a florir.
Lá longe o criado gritou:
- Olhe, as flores das hastes do veado cresceram, venha ver … Venha ver…
Mas quando o senhor muito rico lá chegou o veado já não estava lá.